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Dorme, deitada em berço esplêndido, ela.
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Gabriela Bacelar

Dorme, deitada em berço esplêndido, ela. Que tanto enganou quem a deu crédito, quem a pensou seguir; quem creditou-lhe a confiança de fazer mudar. Ela que teve tantos nomes mortos para sua perpetuação; para fazer acordar quem dormia, agora ela quem dorme. Óh doce, você que tanto pouco muit fez, óh preciosa conquista de árduo pensar, preciosa fonte de racionalizar o iludir; luz de lanterna na estrada escura, agora só a lua poderá nos amparar; dispensada e desprezada sei que fostes, mas que fique sua memória no nome de alguns, que um dia, você acorde deste sono profundo, e que não seja tarde demais para que eu a tenha esquecido.

À minha consciência,

ass: Juventude.


Biografia:
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Poesias À causa nobre Gabriela Bacelar

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