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XVII.
Christopher França

Atento-me aos vossos olhos como refúgio para minh’alma supérflua. Já não sabes distinguir os desvarios da realidade que lhe importuna, mas não deixe-se abater com tamanha facilidade. Eis que eu proclamarei vosso nome em tempos de escuridão. Eu, por meio desta, venho lhe expor o que sinto em vossa ausência. É um sentimento nobre aquele que guardo para ti. É como o amanhecer do dia, aonde os primeiros raios de sol vão tomando pouco a pouco a imensa escuridão que se propaga por toda parte. É o preenchimento de um sentimento que esteve sempre vazio em um coração solitário. Por justas causas, reivindico o vosso amor e, se for de vosso feitio, aguardar-te-ei com tamanha ânsia que faltará espaço para conter.


Biografia:
Estudante de direito e apaixonado pela escrita.
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Publicações de número 1 até 5 de um total de 5.


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