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Dialética
Walquimar Vilaça Batista Borges

A diversão diverge
A divergência converge
O mal está ao liame do bem
O alguém que se foi pode ser ninguém.
O ninguém de ontem pode ser o alguém de hoje
O mundo gira
O tempo passa
A vida segue em seus trechos
De alegria e desgraça
De neblina e fumaça
De licores e cachaça
De amores e de dores.
Às vezes em preto em branco
Às vezes em cores.
Deus escreve certo por linhas tortas
Eu que não sei ler, ando,sigo
Faço de o meu caminhar minha leitura
E caminho torto
Meio roto
Meio doido
Meio doído.
sentido
Pelos sentimentos
Afetado pelos afetos
Que cruzam as caudalosas correntes do errado e do certo.
Torrentes recorrentes
Na escuridão do sentimento mantemos encoberto
Nosso sentimento e afeto
Com uma flecha de razão translúcida
Acerto-te
Sem mira
Sem linha reta
E minha razão te afeta
Teu afeto me acerta
Já não mais sei qual é a forma errada ou correta
Sigo o caminho
Agora você talvez me olhe
Sem dizer nada
saberá queremos a mesma coisa mas não entendemosos e atrapalhamos com a dialética das palavras



Biografia:
Walquimar Vilaça Batista Borges,38 anos. Amazonense. Especialista em Gestão Escolar e em Filosofia e Educação. Dedica seu tempo às atividades educacionais e,através de suas poesias, expressa suas inquietações,sonhos e sentimentos.
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Outros títulos do mesmo autor

Poesias o olhar silencioso de um niilista Walquimar Vilaça Batista Borges

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