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VAZIO
Allan Bruno Severo Souza

Profundo e raso,
barulhento e silencioso,
sutil e inquietante,
cheio e vazio.

É imensurável a profundidade de nossos sentimentos
e como, às vezes, enxergamos nosso corpo como um recipiente
que guarda momentos, lembranças, histórias e, principalmente, sentimentos.

Sentimentos esses que, por vezes, nos calam, suprimem,
e de forma silenciosa nos consomem. como num vazio existencial
inquietante, inconstante e avassalador,
como se nos corroesse o coração.

Somos recipientes,
mas há dias em que estar cheio
é só mais uma forma de estar vazio.
Eu acredito que, ao doar nossos sentimentos,
conseguimos, enfim, nos encher e transbordar.

Talvez, não tenhamos sido criados apenas para conter,
mas para derramar.
Se doar como se, dessa maneira, pudéssemos nos sentir mais completos.
Talvez, precisemos tirar do nosso recipiente e colocar em outro,
para que, então, o vazio se transforme.

Não em ausência,
mas em sentido.


Biografia:
Número de vezes que este texto foi lido: 68


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