Login
E-mail
Senha
|Esqueceu a senha?|

  Editora


www.komedi.com.br
tel.:(19)3234.4864
 
  Texto selecionado
No silêncio milenar
Sergio Ricardo Costa




                    De uma estrela
Fora de órbita,
É de rigor revistar
(Por precisa indeterminação),
Doloroso,
Qual deserto estranho
Corre fronteiras a estupidez,

Infinita,

Em tudo
E a organização
Divertida, complacente,
Da sua
Máquina ávida da provisão,
Improvável desfecho diurno que põem
Ao seu lado.

Impossível alguma
Porta, aberta, como a capital
De um império vazio em seu coração.

Detentor do terrível
Pensamento mágico,
Usa-o para defender
Sua história, o transporte
E mesmo alguma fé
No silêncio milenar,
                  Diferente
Mundo que ousa para defender
No mistério,
Sons fáceis de reconhecer,
Por aqui inesperados.

Por isso,
Última vez pelas contradições
De que amigos se serviram,
                             Tenta falar
O contrário e não tem nada de novo
Para explicar.

Que por permanecer
Com os pés presos no mundo,
Sabe do fim
Da ciência,
Como quem participa
Desde o início (possível do ser
Impreciso),
Sem ter que acreditar, ou, crer.

Adquire rigidez devorando
Pedras e move-se na direção
Desastrada
E daí, há um limitador
Da loucura, inflexível que seja:
Coisas normais que das provocações
Dos perfeitos inclinam-se sem lucidez,
Magoado atingirá.

Deixe-o como
Símbolo bem anticonvencional,
De maneira mais clara, do interior
Sem sentido;
É comum o engano.

Grande, também, a alegre exclamação
Que não perca por este, o homem milenar
Que ensinaram a você, como antigo
Número pronto e já nem está
Assim tão limitado e sem compreensão.

Dissimula a cordoalha e se move,
Fala e inibe o manipulador
Cerebral e a burrice, mesmo quanta vez
Tenha fé.

Marionete, ligaram
Máquinas, outra civilização
Diferente, porém há de determinar
Que a saudade, a importância, retorna,
Última livre contribuição
Da maneira mais fria como explicação
Que consegue acreditar.

Quase ouvia
Música quando se desvencilhou
De debaixo da pedra para renascer.


Biografia:
-
Número de vezes que este texto foi lido: 65824


Outros títulos do mesmo autor

Poesias Há mais tormentos em ser que em esperar Sergio Ricardo Costa
Poesias No silêncio milenar Sergio Ricardo Costa
Poesias Parceiros pelos pares de pênis Sergio Ricardo Costa
Poesias Restrições em concluir Sergio Ricardo Costa
Poesias Alma, esta coisa suja protegendo os corpos Sergio Ricardo Costa
Poesias Pano, linha, pano... Sergio Ricardo Costa
Poesias Nem sei que o mundo Sergio Ricardo Costa
Poesias A aproximar-se se desfaz Sergio Ricardo Costa
Poesias É como dor que a flor cresce Sergio Ricardo Costa
Poesias A cor do eu acordou em mim Sergio Ricardo Costa

Páginas: Próxima Última

Publicações de número 1 até 10 de um total de 208.


escrita@komedi.com.br © 2026
 
  Textos mais lidos
Sangria desatada - Flora Fernweh 75909 Visitas
HISTÓRIA DE CINCO ROSAS - MARCO AURÉLIO BICALHO DE ABREU CHAGAS 71247 Visitas
DOIS CORAÇÕES - orivaldo grandizoli 70939 Visitas
Carta Tardia - Fernando Rodrigues dos Santos 70598 Visitas
O SABICHÃO - Robério Pereira Barreto 70407 Visitas
Essa não é mais uma carta - Fernando Rodrigues dos Santos 69678 Visitas
RPG. - Kady Barker 69475 Visitas
A mulher grávida - Flora Fernweh 69377 Visitas
Perolado de Carmim - José Ernesto Kappel 69309 Visitas
Computador formatado, ano novo! - Vander Roberto 69278 Visitas

Páginas: Próxima Última