|
Com um sorriso cristalino e um olhar tão vivo e forte,fizeste-me sair do escuro eu uma estranha sem norte.
Chamavas-me de bebé, de amor que sorte
E eu sem querer entrei no teu Mundo
E ficaria ate à morte.
Mas o acaso não deixa é tal a insegurança que eu que não sou bébé nem sou mais uma criança a ti chamo-te de baby e tu deixaste de ser crianca...
Partilhàmos emoções, alegrias e angustias,
E todas elas tão fortes
Que de tudo ficou nada
Mas vou-te amar até à Morte...
Num dia de sol ao espelho perdeste
A felicidade, enfim...
Num dia de sol ao espelho
Vou lembrar-te só pra mim.
...baby...
|