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Em busca da saída
joao

Sexta-feira acordei com muita moleza
Esperei o tempo todo que o dia chegasse ao fim
Como os labirintos que nuca mais acabam
Espera espera interminável
Depois percebi que esperar não era aceitável
O tempo não podia avançar fazer o que?
Ficar tanto tempo dentro de 4 paredes
Não pode ser que fiz eu meu Deus?
Será crime que cometi
Será que foi por consumir o fruto proibido e agora estou a pagar por isso
Talvez sim, talvez não
Que posso fazer para ter o meu perdão
Apenas sair destas quatro parede era o meu desejo
Por tanta vontade de fugir deste local acabei cego e agora nem a saída vejo
Satanás não paguei já pelo meu castigo?
Não chega já ficar rodeado de vazio?
Andar andar e chegar ao mesmo sitio
Quero a saída!
Quero a saída deste louvável inferno
Ai meu castigo eterno!
Ohh não, me sentia a enfraquecer
Eu apenas esta dor desejava poder esquecer
Mas não.. não!
Este labirinto sem fim tinha de me assombrar para o resto dos meus dias
O regresso a casa era improvável
Tudo em vão depois deste esforço incansável
Nada feito
Este triste destino eu aceito
Deste grande castigo fui eleito
representante da solidão coração desfeito
De tantas armas apontadas á minha pessoa
Aii adeus Lisboa.


Biografia:
joao 18 anos nascido em Lisboa signo carneiro clube fcp portador de 42 poemas neste exacto momento estudante nas escolas nº 91, pintor almada negreiros e neste momento a estudar na escola padre vieira escrevo tudo um pouco coisas boas, más que vao acontecendo no meu dia-a-dia entre outras coisas, solteiro e nem sempre bem com a vida poemas de eleição : Amor é fogo que arde sem se ver de luis de camões :)
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