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O que Cristo Comprou Para os Nossos Filhos?
John Piper

A bênção e os limites de ancestrais cristãos

Por John Piper

Felizmente, o sangue de Cristo divide e une famílias. “Supondes que vim para dar paz à terra? Não, eu vo-lo afirmo; antes, divisão... Estarão divididos: pai contra filho, filho contra pai; mãe contra filha, filha contra mãe” (Lucas 12.51, 53). “Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim” (Mateus 10.37). Isto é boas-novas. Significa que nascer em uma família incrédula não é uma maldição garantida. Uma família pode ser graciosamente quebrantada pela crença de um filho.

Quando Paulo disse aos gentios convertidos: “Fostes comprados por preço” (1 Coríntios 6.20; 7.23), ele sabia que o sangue de Cristo havia quebrado uma ascendência familiar de incredulidade. Se você é descendente de pessoas incrédulas, ouvir estas palavras de Paulo lhe será boas-novas: “Estes filhos de Deus não são propriamente os da carne, mas devem ser considerados como descendência os filhos da promessa” (Romanos 9.8).

A biologia não sela qualquer maldição, nem garante qualquer bênção. Isto é um aviso contra o desespero de ser nascido em uma família pagã e contra a presunção de possuir pais crentes.

Mas, o sangue de Cristo não comprou nenhum privilégio para os filhos dos crentes? O sangue de Cristo não uniu as famílias através das gerações? O que você diz sobre Atos 2.39: “Para vós outros é a promessa, para vossos filhos e para todos os que ainda estão longe, isto é, para quantos o Senhor, nosso Deus, chamar”? E o que acha de Salmos 103.17-18: “Mas a misericórdia do senhor é de eternidade a eternidade, sobre os que o temem, e a sua justiça, sobre os filhos dos filhos, para com os que guardam a sua aliança e para com os que se lembram dos seus preceitos e os cumprem”? E o que você diz sobre Êxodo 20.5-6: “Eu sou o senhor, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos”.

Sim, Cristo adquiriu privilégios para os filhos dos crentes. Mas não garantiu a salvação deles. Estas três passagens bíblicas deixam claro que as bênçãos que virão às futuras gerações de crentes alcançarão apenas aqueles que são chamados por Deus (Atos 2.39), que guardam a sua aliança (Salmos 103.18) e que O amam (Êxodo 20.6). Todos os filhos dos crentes amam a Deus e guardam a aliança com Ele, pela fé em Cristo? Não. Na Bíblia, há muitos exemplos de crentes cujos filhos não creram, e esses exemplos nos mostram que a fé dos pais não garante a dos filhos.

O objetivo de Romanos 9.7-13 é mostrar que Isaque e não Ismael, Jacó e não Esaú, recebeu a bênção completa proveniente de ser nascido de pais crentes. O sangue de Jesus divide não somente quando os pais são incrédulos, mas também quando os filhos são incrédulos. Isso era o que Jesus tinha em mente, quando disse: “Os inimigos do homem serão os da sua própria casa. Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim” (Mateus 10.36, 37). Um pai crente pode encarar esta escolha: lealdade a Cristo ou ao filho?

Mas digo outra vez: Cristo comprou realmente privilégios para os filhos dos crentes. Pareceria sem lógica dizer: “Para vós outros é a promessa, para vossos filhos” (Atos 2.39), bem como: “A sua justiça, sobre os filhos dos filhos” (Salmos 103.17), se isso não tivesse mais significado para uma descendência cristã do que para uma descendência pagã. Há um bem para os filhos dos crentes.

Deus afirma em Jeremias 32.39: “Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos”. Este bem não é a garantia da fé, e sim o dom da Palavra de Deus (Deuteronômio 6.6-7), a restrição sob a disciplina orientada por Deus (Efésios 6.4), a demonstração do amor de Deus (Colossenses 3.21) e o poder da oração (Jó 1.5). Deus resolveu agir, regular e normalmente, por intermédio desses instrumentos para a salvação dos filhos dos crentes.

Foi por isso que Cristo morreu. Os pais crentes honram o sangue de Cristo quando, por amor aos seus filhos, seguem esses meios determinados por Deus.
A bênção e os limites de ancestrais cristãos

Por John Piper

Felizmente, o sangue de Cristo divide e une famílias. “Supondes que vim para dar paz à terra? Não, eu vo-lo afirmo; antes, divisão... Estarão divididos: pai contra filho, filho contra pai; mãe contra filha, filha contra mãe” (Lucas 12.51, 53). “Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim” (Mateus 10.37). Isto é boas-novas. Significa que nascer em uma família incrédula não é uma maldição garantida. Uma família pode ser graciosamente quebrantada pela crença de um filho.

Quando Paulo disse aos gentios convertidos: “Fostes comprados por preço” (1 Coríntios 6.20; 7.23), ele sabia que o sangue de Cristo havia quebrado uma ascendência familiar de incredulidade. Se você é descendente de pessoas incrédulas, ouvir estas palavras de Paulo lhe será boas-novas: “Estes filhos de Deus não são propriamente os da carne, mas devem ser considerados como descendência os filhos da promessa” (Romanos 9.8).

A biologia não sela qualquer maldição, nem garante qualquer bênção. Isto é um aviso contra o desespero de ser nascido em uma família pagã e contra a presunção de possuir pais crentes.

Mas, o sangue de Cristo não comprou nenhum privilégio para os filhos dos crentes? O sangue de Cristo não uniu as famílias através das gerações? O que você diz sobre Atos 2.39: “Para vós outros é a promessa, para vossos filhos e para todos os que ainda estão longe, isto é, para quantos o Senhor, nosso Deus, chamar”? E o que acha de Salmos 103.17-18: “Mas a misericórdia do senhor é de eternidade a eternidade, sobre os que o temem, e a sua justiça, sobre os filhos dos filhos, para com os que guardam a sua aliança e para com os que se lembram dos seus preceitos e os cumprem”? E o que você diz sobre Êxodo 20.5-6: “Eu sou o senhor, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos”.

Sim, Cristo adquiriu privilégios para os filhos dos crentes. Mas não garantiu a salvação deles. Estas três passagens bíblicas deixam claro que as bênçãos que virão às futuras gerações de crentes alcançarão apenas aqueles que são chamados por Deus (Atos 2.39), que guardam a sua aliança (Salmos 103.18) e que O amam (Êxodo 20.6). Todos os filhos dos crentes amam a Deus e guardam a aliança com Ele, pela fé em Cristo? Não. Na Bíblia, há muitos exemplos de crentes cujos filhos não creram, e esses exemplos nos mostram que a fé dos pais não garante a dos filhos.

O objetivo de Romanos 9.7-13 é mostrar que Isaque e não Ismael, Jacó e não Esaú, recebeu a bênção completa proveniente de ser nascido de pais crentes. O sangue de Jesus divide não somente quando os pais são incrédulos, mas também quando os filhos são incrédulos. Isso era o que Jesus tinha em mente, quando disse: “Os inimigos do homem serão os da sua própria casa. Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim” (Mateus 10.36, 37). Um pai crente pode encarar esta escolha: lealdade a Cristo ou ao filho?

Mas digo outra vez: Cristo comprou realmente privilégios para os filhos dos crentes. Pareceria sem lógica dizer: “Para vós outros é a promessa, para vossos filhos” (Atos 2.39), bem como: “A sua justiça, sobre os filhos dos filhos” (Salmos 103.17), se isso não tivesse mais significado para uma descendência cristã do que para uma descendência pagã. Há um bem para os filhos dos crentes.

Deus afirma em Jeremias 32.39: “Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos”. Este bem não é a garantia da fé, e sim o dom da Palavra de Deus (Deuteronômio 6.6-7), a restrição sob a disciplina orientada por Deus (Efésios 6.4), a demonstração do amor de Deus (Colossenses 3.21) e o poder da oração (Jó 1.5). Deus resolveu agir, regular e normalmente, por intermédio desses instrumentos para a salvação dos filhos dos crentes.

Foi por isso que Cristo morreu. Os pais crentes honram o sangue de Cristo quando, por amor aos seus filhos, seguem esses meios determinados por Deus.


Este texto é administrado por: Silvio Dutra
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