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A lua por não deixar apagar
Donizete Pereira

Tu és dama da noite, falo contigo gloriosa lua,
Tu és brilho, esplêndido;
Na melanina da noite escura, tu és nua;
A verdade assim crua;
                                                                                           
Em meus passos, tua luz reflete o meu corpo;
Acompanhe minha sombra, de cor cristalina;
Em seus traços, detalhes, laços, passos;

Aos poucos embaraço em teus braços;
Lua ser como amizade, nasce assim cresce;
A cintilação que nos envolve, e em mim resplandece;

Ao novo nascer , ao novo se pôr;
Sincronia de nuvens lhe acompanha;
Leste a oeste de amor, frio e calor;

Lua cheia, já é meia noite e meia; és o seu êxito;
Se estás minguante, parece feia;
Mas não é feia, disseste a bela sereia;

Em seu lago, lua pode descansar;
No espelho d’água, uma melodia a cantar;
Vida, lua doce amizade, não escondes teu brilho entre cidade;
Volte amanhã, iluminar o céu da felicidade ;

Se és nova, ainda há de encantar,
Se és crescente, podemos no infinito azul, vê-la brilhar;
Se és cheia, luz dourada, fascinante e incendeia;

Se és minguante ainda há de renovar;
Então, cuides bem te ó lua, brilhe no coração;
De quem desejar, cantar a sua canção.

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