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SABER CUIDAR. ÉTICA DO HUMANO-COMPAIXÃO PELA TERRA
francisco carlos de aguiar neto



A partir de uma fábula já conhecida sobre o Cuidado, o livro Saber Cuidar de Leonardo Boff, aprofunda-se as várias dimensões na vida pessoal, social e planetária.
Fazendo uma crítica sobre o aspecto holiístico, ao realismo materialista onde a humanidade estaria as escuras à dimensão divina que a guiou desde tempos imemoriais.Tal realismo materialista teria encurtado realidade ao tamanho dos cinco sentidos, organizados pela razão analítica.

Num jogo da mitologia à cosmologia e física quântica atuais, as discussões serve como pano de fundo para ilustrar a necessidade e o surgimento de uma nova consciência alternativa ao realismo materialista: a filosofia holística. A perda de conexão com o Todo seria a falta de cuidado, falta da condição essencial humana.
Neste diapasão, a obra ressalta que o que se opõe ao descuido e ao descaso seria o cuidado, desta forma cuidar significa mais que um ato, configurando-se em uma atitude, onde esta é uma fonte que gera atos que expressam a atitude de fundo. Cuida-se do que é bom para que isto exale por todos os cantos em que você esteja (casa, jardim,carro etc.) (BOFF,2002.pg.33)
O cuidado seria algo mais que um ato e uma atitude encontrando-se este, na raiz do ser humano, antes que ele faça qualquer coisa. Desta forma, um modo-de-ser não é um novo ser, sendo então uma maneira do próprio ser de estrutura-se e dar-se a conhecer.
Sendo necessário frisar que sem o cuidado, se deixa de ser Ser humano, pois este se tem que receber cuidado desde quando nasce até o marte, sendo por isso que o cuidado deve ser entendido na linha da essência humana, pois o cuidado há de estar presente em tudo (pg.34). Colocando cuidado em tudo que projeta caracteriza o Ser Humano
A humanidade abriu vários caminhos para decifrar a essência do ser humano, utilizando a palavra através dos Mitos, fábulas, poemas, narrativas, crença usou o pensamento através da filosofia e das cosmovisões, as religiões, através dos mitos da criação, do fim do mundo e outras, todas elas implicitamente encerram uma antropologia, ou seja, determinada compreensão do ser humano (homem, mulher) (pg.36)
As mitologias, juntamente com as religiões elucidam a essência do ser humano, desta forma as culturas projetaram gerações que passaram para as subseqüentes. Souberam assim, usar de uma linguagem plástica com imagens, símbolos tiradas do inconsciente coletivo, acessível a todas as idades e a todos os contextos.
Sendo assim, os mitos não são coisas do passado arcaico, produtos da imaginação primitiva ou da fantasia ou devaneio incontrolado, são sim, muito atuais, pois mesmos nos dias hodiernos continuamos a criar mitos. (pg37). Pois os mitos são linguagens voltados para produção de fenômenos profundos indescritíveis pela razão analítica,pois sem este como poderíamos falar do Amor enamorado, do cuidado essencial, da traição da pessoa amada,crises, da morte, do nascimento,pois sabemos que os conceitos abstratos são frios e por isso não conseguem nos passar o fervor da realidade.(pg.37)
A configuração de Arquétipos do inconsciente coletivo como as Deusas e os Deuses mitológicos não devem ser considerados como existentes em si, como independentes de nossa existência e sim como centro de grande energia e significação, que somente através da linguagem dos heróis e das heroínas, Deuses e desusas podem ser expressos adequadamente, configurando-se figuras carregadas de emoção, feitas referências paradigmáticas e inspirações mobilizadoras para os comportamentos humanos (p.38)
Podemos então, ressaltar que o Politeísmo não é uma fase inferior religiosa que evoluiria para o monoteísmo, pois podemos entender as divindades como múltiplas, com varias faces de uma só divindade, abrindo-se então a dinâmica do mundo e do espírito, representando os diversos centros energéticos e diferentes fontes de sentido que estrutura a interioridade humana, isto porque temos diversos centros vitais e não somente um, sendo por isso que não somos serem monoteístas, mas plurais. (pg39)
Alguns arquétipos com Júpiter, Saturno e Terra, Gaia nos marcam desde a nossa existência. É cediço que a terra é nosso habitat e não existe distancia entre o ser humano e a terra, pois foma-se uma mesma realidade complexa, diversa e única. Não existindo classes sociais, pois a terra faz parte do ser humano, pois somos formados com as mesmas energias, elementos físico-químicos.
Segundo Boff, cinco grandes atos estruturam o teatro universal no qual estamos inseridos, sendo o primeiro o Cósmico ressaltando sobre a expansão, e autocriação e diversificação do mesmo. Em seguida o Químico ressaltando que encontrava-se no seio das grande estrela vermelhas,e ainda sobre a explosão, onde estes elementos se espalharam Poe todo o espaço,construindo galáxias,estrelas , a terra e tudo mais.O terceiro ato seria o biológico ressaltando que é composto da matéria ,num processo de autopoiese,ou seja ,auto criação e auto organização.O quarto ato seria o Humano, como inicio da historia da vida,sendo o principio da complexidade e de autocriação florescendo assim o Adão Negro africano há cerca de 10 milhões de anos atrás (pg.73). Por fim o quinto ato seria o Planetário que se configura na volta da humanidade a casa comum, ou seja ao planeta terra.Somente assim poderemos entender o ser humano –terra como processo universal.
Pensamos e sentimo-nos filho da terra, tendo-a como Mãe generosa, representando o feminino, que concebe e gesta e dá a luz. Ao mesmo tempo que gera e entra a vida ela também recolhe ao seu seio na hora da morte.Regressamos ao morrer ao seu útero generoso e fecundo(pg. 76)..A própria mitologia Africana do Igbadu, ressalta a criação do Ayê(terra) por uma deusa e não um Deus, colocando-a como fonte geradora ,procriadora e acolhedora da vida)
Pois assim, sentir a terra é sentir a chuva no rosto, a areia nos pés, a brisa no rosto, a respiração até as entranhas, sentir os ninhos ecológicos, captar o espírito de cada lugar e respeitá-los, Enfim é perceber-se dentro de uma complexa comunidade com seus outros filhos e filhas, pois a terra não gera apenas nos seres humanos, mais uma infinidade e microorganismos que compõe quase que totalidade de toda rede de vida.
Os nossos índios sentem-na melhor que as comunidades ditas “evoluídas”, pois estes sabem senti-la e respeitar os seus limites, convivendo em harmonia com os outros seres que na terra habitam, (moluscos, bichos, microorganismos etc.).
Segundo Aníbal Ponce ao falar sobre a educação primitiva ressalta que nesta acontecia o comunismo tribal, onde todos tinham direito iguais e tudo era cultuado como também a espiritualidade como espécie de divindade (a natureza, água, ar etc.)
Ao lado desta espiritualidade surge a política formando as instituições patriarcais, onde a sociedade era baseada na mulher, formando eixos organizadores da sociedade e da cultura. (BOFF, 2002.pg.78)
Ainda no pensamento de Ponce, citando pesquisas feitas por Karl Marx e Morgan, ressalta que existia o matrimonio grupal, nas sociedades primitivas baseadas no poder matriarcal que as mulheres exerciam nesta época, antes da implantação do Patriarcado pelos homens.
Desta forma, o ser humano precisaria fazer essa experiência espiritual de fusão organiza com a terra, a fim de recuperar suas raízes e experimentar sua própria identidade radical, precisando resgatar a memória política do feminino para que a dimensão da Anima-mulher entre na elaboração de políticas com mais equidade entre os sexos e com maior capacidade de integração (pg.78)
Passando da dimensão Terra, não podemos nos esquecer da dimensão existência celestial, onde o céu é constituído por tudo aquilo que está acima de nossa cabeças, onde este universo é consciente e possui seus propósitos. Onde na visão simbólica fala sobre o Deus criador de todas as coisas em permanente atividade. Expressando a grandeza , revelando sua sabedoria e demonstrando seu amor no todo e em casa uma das partes através da interação conjugada desta diversas energias fundamentais da lei da natureza.
Sendo assim, temos o Céu dentro de nós, pois representa a dimensão celestial de transcendência do ser humano, como sua capacidade de ir alem dos limites da terra, Seu esforço incansável de sempre ascender, subir, cada vez mais alto, instinto esse enrraigado no ser masculino, desbravador e conquistador de novos horizontes.
Diferenciar terra- céu é inerente do ser humano, ficando entre o dualismo e a dualidade, onde a primeira considera as coisas separadas e o segundo as vê juntas côo dimensões da mesma e única realidade
Apartir então do neolítico começa predominar os valores do masculino, fundando então uma nova política, a chamada patriarcal, onde os homens assumiram a hegemonia da sociedade. Instauraram o patriarcado com o submetimento da mulher, da criança e a dominação da natureza(pg. 81)
Algumas figuras mitológicas representam a utopia como no caso de Saturno, onde vivia num reino de total igualdade entre homens e mulheres, integração da justiça e da paz inalterável, contudo podemos dizer a utopia é necessária para existência da humanidade, pois sem ela a vida não teria sentido, pois a utopia não seria algo inalcançável, mas algo que seria inalcançável naquele momento histórico, mas perfeitamente realizável em outro contexto. A exemplo do avião pensado por Santos Dummont, do Helicóptero pensado por Leonardo Da vincci.
“... jamais se poderá transformar o mundo sem a utopia...”
Prof. Francisco Neto
A utopia da dimensão- Saturno destila novas perspectivas e funda continuamente varias razoes para lutar e para buscar formas melhores de convivência (pg.82). Somos seres pensantes, transformadores e cuidadosos, não temos cuidado, somo cuidado, pois sem o cuidado deixaríamos de ser seres humanos. O modo de ser no mundo se realiza pelo cuidado e pelo trabalho.
O modo -de -Ser- no- mundo pelo trabalho se dá na forma de inter-relação e de intervenção. O ser humano interage com a natureza, procurando conhecer suas leis e ritmos e nela intervém par tornar sua vida mais cômoda e é pelo trabalho que faz tudo isso. Pelo trabalho o ser humano co-pilota o processo evolutivo, desta forma o trabalho está presente no dinamismo da própria natureza onde uma planta ou animal também trabalham na medida em que interagem com o meio, contudo com o ser humano isto acontece de forma consciente (pg.93)
O modo de ser no mundo pelo cuidado significa ter intimidade, senti-las dentro, respeitá-las dar-lhes sossego e repouso, cuidar é entre em sintonia com a o ritmo de afinar-se com ela
O grande desafio do ser humano é combinar trabalho com cuidado, pois eles não se opõem, mas se compõem. Contudo na atualidade se perdeu o modo de ser no mundo cuidado,pois não se vê outra coisa no se humano senão a sua força de trabalho a ser vendida e explorada.perdeu-se a visão do se humano somo ser de relações ilimitadas, de criatividade, de ternura, de cuidado ,de espiritualidade enfim, por isso tem-se urgência em resgatar o modo de ser cuidado (pg. 98).Desta forma, dar centralidade ao cuidado não significa deixar de trabalhar e de intervir no mundo, significa renunciar a vontade de poder que reduz tudo a objetos, significa colocar os interesses coletivos da sociedades acima dos exclusivamente humanos.
Podemos ainda ressaltar o cuidado como modo de ser, ou seja, o amor que é fundamento para o fenômeno social e não conseqüência dele, pois o amor é que dá origem a sociedade, caso falte o amor, destrói-se o social. Pois o amor é um fenômeno cósmico e biológico, onde ao chegar ao nível humano, se revela como a grande força de agregação, de simpatia e de solidariedade.
Neste pensamento o ser humano deve buscar o equilíbrio para vivencia na terra, ou seja, a justa medida, a harmonia e equilíbrio, pois este ocorre entre a vida e a morte, inseridas nos diversos compôs como a natureza e tudo que nela habita e pertence (pg. 114)
O ser humano precisa sentir a natureza. Os povos indígenas, os pescadores artesanais nos dão o melhor exemplo de como escutar a natureza, pois sentem o vento, as marés,as nuvens(pg. 117)O ser humano deve se ater ao cuidado essencial, que consiste no sentir, no zelar que é base da ternura vital,pois esta é o cuidado sem obsessão,incluindo o trabalho como obra que expressa a criatividades e a atuo realização da pessoa.A ternura pode e deve conviver com o extremo empenho por uma causa, como foi demonstrada por Guevara, onde ressalta que há que endurecer se preciso,mas sem perder a ternura jamais,ou seja a ternura deve ser mantida até nos momentos em que se necessite de dureza.Pois a mesma pessoa que expressa ternura pode expressar dureza,ou podemos também levar para o campo da caricia,onde a mesma mão que violenta poderá ser a mão que afaga e acaricia.Como a ternura, a caricia exige total altruísmo, respeito pelo outro e renuncia a qualquer outra intenção que não seja a da experiência de querer bem e de amar, pois o afeto não existe sem caricia, a ternura e o cuidado e estes necessitam também da cordialidade, pois esta supõe a capacidade de sentir o coração do outro e o coração secreto de todas as coisas(pg.120)
E como não se poderia deixar de citar a compaixão para completar as irradiações do cuidado, visto que esta leva a renúncia de dominar, de matar qualquer ser vivo, recusando toda a violência contra a natureza alem de construir a comunhão a partir dos que mais sofrem e são penalizados. Tanto na filosofia de vida de Buda, quando de Cristo a compaixão, a misericórdia são consideradas como regras básicas, onde ambos renunciaram as benesses da vida em prol da procura de uma igualdade de direitos para todos os seres humanos.
Enfim tais considerações nos remete a busca incessante de nossa origens, no aprendizado ao respeito por todos os seres humanos e em especial com nosso planeta terra e para isso devemos passar por uma realfabetização e uma alfabetização ecológica, revendo nossos hábitos de consumo. O cuidado com o mundo já vem sendo pensado pelos mecanismos mundiais no sentido de construir uma sociedade sustentável, respeitando e cuidando da comunidade dos seres vivos,bem como melhorar a qualidade de vida humana dentre outros, contudo se faz necessário cuidarmos no nosso nincho ecológico,ou seja local, descobrindo-se como parte ativa do ecossistema e da comunidades biótica. Devendo para isso se estabelecer um processo coletivo de educação e se pensar em um planeta sustentável onde este produza o suficiente para si e para os seres dos ecossistemas onde se situa, devendo a sociedade mostrar-se capaz de assumir novos hábitos e projetar um tipo de desenvolvimento que cultive o cuidado com os equilíbrios ecológicos e funcione dentro dos limites impostos pela natureza.Devemos cuidar dos outros(pobres,doentes,excluídos etc.), deixando aflorar o dialogo entre o eu e o tu, seguindo a regra de ouro cristã, como também cuidar dos males do corpo,pois é através do corpo que se mostra a fragilidade humana,pois a vida corporal é mortal, contudo não entendamos que a morte vem no fim da vida, mas começa já nos seu primeiro momento desde o nascimento.

BIBLIOGRAFIA


-     BITTAR, Eduardo.Curso de Filosofia do Direito.Editora Atlas Juridico.São Paulo, 2002

-     BOFF, Leonardo.Saber cuidar.Etica do Humano-Compaixão pela Terra.8.Ed.Petrópolis:Vozes,2002.p.31-43,69-156

-     OXALÁ, Adilson.Ibadu: A cabaça da Existencia.Mitos Nagôs Revelados. 2 Edição.Editora Pallas.Salvador,2006

-     SANTOS, Cláudia Sandra Jesus. Os carpinteiros navais de Valença. Monografia – UNEB – Sto Anto de Jesus-BA – 2000.

-     THOMPSON, E. P. “O tempo, a disciplina do tempo no Capitalismo Industrial”. In Trabalho, educação e Prática Social, Thomas Tadeu da Silva/Org). Porto Alegre: Arte Médicas, 1991.


Biografia:
Nascido na ilha da gamboa do morro, distrito da cidade historica de Cairu,graudou-se em Historia pela UNEB, é Graduando em Filosofia pela Faculdade Batista Brasileira-Salvador-BA;pós graduou-se em Psicopedagogia pela FACE,é Mestrando em Educação e Contemporaneidade UNEB; Mestrando em Teologia e Educação Comunitaria pelas Faculdades EsT-São Leopoldo-RS e Bacharelando em Direito pela FAINOR-Vit.Conquista. Professor Universitario e Funcionario Publico Estadual.Atualmente está como Diretor de PóLO DA FACE-Faculdade de Ciencias Educacionais em Jaguaquara-Ba,na Região Sudoeste da Bahia e é Diretor Geral do IESTE-Instituto de Educação Social e Tecnologico.Desenvolve projetos Sociais adotando o esporte como uma forma de Educação "Projeto Respeito Acima de Tudo"-aulas de artes marciais(Karatê) e filosofia Oriental.Teve suas poesias escolhidas no premio literário Valdeck Almeida e publicadada no livro Ontologias Poeticas que fora lançado na 20ª Bienal Internacional do Livro em São Paulo em Agosto de 2008 e publicou o livro "A história da Igreja de Nossa Senhora do Amparo de Valença.Tem poesias publicadas no Livro Ontologia Cidade em 2009.Em 2010 publicou o livro "Vivendo e Lembrando:História, filosofia e Poesias pela editora Ieste" e Escreve para a revista especializada em História com tiragem Nacional "Leituras da História".É membro permanente da AVELA-Academia Valenciana de Letras,Educação e Artes,ocupando a cadeira Imortal do Poeta Satírico Gregório de Matos.
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