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Razog
Phillipe de Souza

Os Beijos no gargalo
Nos levam ao instinto
Nem canta o galo
E o pudor é extinto

Os olhos são vermelhos
Uma fala, um devaneio
Tu pisca seus espelhos,
Eu espio entre os seios

A maré vai subindo
Já não dá mais pé
As pernas vão se abrindo...
Ao povo com a ré!

A loucura traz a cura
Avanço como um cão
Lambendo a parte escura
Onde não vai tua visão

Como a palma da mão
Conheço o desconhecido
Já não tenho a razão
Sou um animal enfurecido

Só penso em matar
A vontade de você
Que bom é saciar...
Já posso morrer.


Este texto é administrado por: Pil Oliveira
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