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BIPOLARIDADE I (CICLOS DA MINHA ALMA )
Dalva Saudo

Resumo:
    Esta poesia está na página 43 do livro " A VOZ DA INSPIRAÇÃO III da Casa do Poeta de Campinas e foi homenageada em trabalho de psicologia.
    UMA POETA TÃO SENSÍVEL QUANTO A NATUREZA!



    Tenho ciclos como a àgua.
    Ciclos de depressão. Início de tempestade!
    Ciclos de tranqüilidade. Ambigüidades bipolares.
    Explosões de felicidades!

    Depois vem a adversidade. Cíclos como a água.
    Às vezes calma...leve...outras em ebulição.
    Quando sai a depressão...Explode a felicidade!
    Desenfreada, acalorada, extasiada!

    Cíclo como a água. Calma, nas núvens...
    Às vezes até generosa querendo cultivar!
    De repente... tempestuosa, ansiosa!
    Se você a conheceu calma, como a chuva refrescante
    Que o povo agradece em prece,
    Não se decepcione ao vê-la na adversidade.
    Nem a abandone! São extremos de bipolaridade!
    Ora está tranqüila e doce como as águas do rio.
    Outras...como o mar bravio. É o momento em que padece.

    Pela alma sensível que tem,
    Sente que as pessoas se encantam ao vê-la feliz
    E logo se desencantam ao vê-la infeliz.

    Assim ela vai experimentando
    Felicidades em excesso, tristezas profundas
    Saudades avassaladoras e dúvidas crueis,
    Sonhando em ser apenas centrada
    Relembrando o arco-íris sereno, calmo, equilibrado
    Em cores repousantes lá longe... no horizonte!

    

    
    







Biografia:
Dalva Saudo, Pedagoga, Artista Plástica e Poeta. http://www.dalvasaudo.blogspot.com
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