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Ah mar (ço)
Flora Fernweh

Março das chuvas que anunciam o fim do verão
Em brisa leve o mês transita entre início e fim
Dias que ardem, mas a calma se instala sim
Época em que encontrei refúgio em um coração

Mês dos amores duradouros em eterna procissão
Esperanças que nascem como flores no jardim
Um recomeço ecoou em melodia dentro de mim
Tempo de união, tentativas, certezas e renovação

Filho do guerreiro marte, pai e deus da guerra
Quente o caráter de quem nasce sob seu signo
em chamas de fogo que anoitecem a mãe-Terra

Março do outono, da natureza revirada que designo
como o início do equinócio não lhe cabe primaveras
cedo se expõe aquele demora, mês brando e digno


Biografia:
Sobre minha pessoa, pouco sei, mas posso dizer que sou aquela que na vida anda só, que faz da escrita sua amante, que desvenda as veredas mais profundas do deserto que nela existe, que transborda suas paixões do modo mais feroz, que nunca está em lugar algum, mas que jamais deixará de ser um mistério a ser desvendado pelas ventanias. 
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Poesias NORDESTE D'AMOUR Flora Fernweh

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