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Para Koellreutter II
Aldo Moraes

Resumo:
Dedicado ao grande Maestro, Pensador e Compositor Hans Joachin Koellreutter, com quem pue conviver em minha juventude e aprendizado musical.
O sentido do poema é especial , pois convivi com o compositor, pensador e maestro Hans Joachin Koellreutter, de forma muito próxima, de 1993 a 1995.

Com Koellreutter, me aproximei definitivamente da arte contemporânea e também da arte antiga, sobretudo a música antiga.

Mas Koellreutter, me ensinou uma lição de vida: a tolerância com a diferença, a liberdade para a criação, o prazer da vida, a disciplina e o prazer da filosofia e a humildade diante da grandeza da existência de Deus, como costumava dizer...

Posso dizer que aprendi muito com o intelectual Koellreutter e que aprendi na mesma dimensão com o homem prático e músico atuante, que correu o Brasil, a Europa, a Índia e o Japão para nos libertar dos conceitos e crenças limitadas.

Devo muito a ele, o Brasil deve muito a ele ....

Este poema não existiria sem Koellreutter ...

Silêncio é torto como dês-morto,o barulho.
Seria acaso, ruído ou inquietação, o silêncio do telefone quebrado?
Tanto quanto incômodo
O dobrar de sinos por quem parte.

E silêncio-Cage- I ching
Nota recusa de Webern
Foras sete oito nove sons
É só silêncio ou se chama pausa?

O silêncio é um mistério
O oculto da paz, acaso seria?
Ou sombras das folhas que não tremem
Ou o verso branco que acaba agora?


Biografia:
Aldo Moraes nasceu em Londrina/PR. Músico e poeta, publicou em coletâneas nacionais, inclusive a Nau Literária(da Ed.Komedi) e venceu concursos de poesias em vários Estados Brasileiros. Publicou 7 livros pelo Clube de Autores. Como compositor erudito, é premiado na Suiça, Aústria e Brasil e tem peças no repertório da The New York Perfoming Arts. Coordena o Instituto Cultural Arte Brasil e o projeto musical Batuque na caixa. Foi Secretário Municipal de Cultura de Londrina.
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