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Solidão que nada
Morgana Bellazzi de Oliveira Carvalho


Como de um sonho fui acordado
Boiando numa água morna e quente
Estava eu todo embrulhado
E começava a me transformar em gente


Por um curioso canudo
Eu ficava alimentado
O que para mim era tudo
Pois a algo eu me sentia ligado


Coração a bater
Células a dividir
Membros a crescer
Sentidos a descobrir


Até que de repente
Percebi que vozes ouvia
E que uma mão delicadamente
Carinhos me fazia


Foi assim que entendi
Que sozinho eu não estava
Havia pessoas fora dali
E isso me tranquilizava


Percebi que para romper o limite
E manter-me vivo de verdade
Precisaria de mais do que um palpite
Dedicação, amor e boa vontade


Seja de longe ou de perto
Eu precisaria da cooperação
De muitos, por certo
Que mereceriam minha consideração


Afinal, ainda que o mundo globalizado
Valorize mais a individualidade
Nunca deve ser minimizado
Que o viver se dá em comunidade!


(Morgana Bellazzi - 2018)




Biografia:
Advogada, Auditora de Contas Públicas do Tribunal de Contas do Estado da Bahia, Professora de Direito Administrativo, Doutoranda em Direito pela Universidade de Coimbra.
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