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Rio da morte
FERNANDO

Resumo:
A crise tomou conta de mim, estou perdido e torcendo que essa maré não suba para que possa encontrar a margem e correr pra bem longe do Rio

Dos meus dias de angustia, nada esta sendo igual a hoje. Sinto algo me tomando ou seria resistindo, estou lutando e parece que quer dar um fim em mim antes que eu vença, não é suportável é uma tortura e esta doendo muito. Meu corpo esta quente, sinto meu peito batendo tão forte que jorraria forte meu sangue com um simples corte. É um tormento, pior de todos os meus pesadelos, as mãos vem aos olhos com vontade de arrancá-los. Como pode querer desejar cravar as unhas no próprio corpo e tirar toda pele, é querer escavar toda cerne procurando um pouco de alma. Parece o gosto de um vinho seco, amargo e ruim. Mas preciso disso, preciso ser tomado para que fuja. Esse instinto é fraco ele não pode me prender, deixarei envolver deste rio para que possa chegar a superfície, ainda que custe esta noite não dormir. Mas não posso me afogar mais, isso não entrará em meus peitos


Biografia:
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