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Gastura
Ao filho do deus da guerra
Alice Silva

Essa insensata relutância
Sucede a milésima ânsia
Sibila, sussurra e surra-me as entranhas.

O ódio arremessando-me pros lados
Cerra meus olhos, corroendo ossos
Declarando o imposto enterrado.

Reverbera repugnância
Qual cirene de ambulância
Cobra os juros do encoberto.

Tudo treme trazendo a tona a teimosia
Que varre pra debaixo do tapete
A palavra geradora de azia.

Ó terror noturno, do deus da guerra filho
Perfura a armadura de desertor tão vil
Não deixes que a mentira lhe leve à forca.

Gostosa é a gastura que com a verdade se costura.


Biografia:
Alice Silva, 21 anos, cantar, ler e escrever, são como respirar.
Número de vezes que este texto foi lido: 65723


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