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As infinidades da mente
marilia betarello

Perante o abandono no vasto céu
Criei milícias aos voares dos pássaros preponderantes
A aurora caia sobre a terra como um véu
Não havia mais coisas de dantes.

Puseram-me dentro de uma gaiola
Onde não poderiam causar-lhes perturbações
De baixo do chão tirei minha viola
Começaram a ouvir-me e despertei-lhes a imaginação.

Mil a mil foram se destrancando
Apesar das punições sofridas
Resistiram e foram se machucando
A liberdade lhes deixou algumas feridas.
[Mas do que vale ter saúde na incógnita [sobre]viver?
Se só com a livre[mente] irá prevalecer?]


Este texto é administrado por: Marilia Betarello Ramalho
Número de vezes que este texto foi lido: 65697


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