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Dor no além
joao

Sou um anjo

Anjo ferido

Tocando banjo

Minhas asas sangraram

Minhas asas faliram

E já só consta um triste gemido




Tomei um copo de vinho

Fraco, o copo se partiu

No seu interior continha um espinho

O consumi e o meu coração se feriu



O sangue escorreu

Tu com prazer o bebeste

Nessa noite fomos dois sangrentos

Dois pobres sedentos de seiva

Repletos de ferimentos...



Agora vamos para o céu

Vamos engolir a dor

Esse cálice de sangue

Que minha orquídea com satisfação bebeu



Hoje amantes desolados

Em tom bélico

Desafiamos o céu que sorri maquiavélico

Que bota nossos corações em uma sela e os deixa uma vida inteira enjaulados



Sem me mexer

Tenho olho despedaçado

Sorriso rasgado

Impossível me mover



Meu braço a custo se estende

O teu já todo fraco a rastejar

Por fim sem forças se rende

Tudo pelo céu, esse robusto alvejar



Meu coração ainda bate

Nisto se dá um segundo tiro

Abate ao meu coração!

E solto um ultimo suspiro

Atentado ao anjo...

Atentado ao paraíso



Orquídea aquém

Anjo refém

Dor no além


Biografia:
joao 18 anos nascido em Lisboa signo carneiro clube fcp portador de 42 poemas neste exacto momento estudante nas escolas nº 91, pintor almada negreiros e neste momento a estudar na escola padre vieira escrevo tudo um pouco coisas boas, más que vao acontecendo no meu dia-a-dia entre outras coisas, solteiro e nem sempre bem com a vida poemas de eleição : Amor é fogo que arde sem se ver de luis de camões :)
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