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“As Formigas e uma boa dose de álcool”
“As Formigas e uma boa dose de álcool”
José Carlos Aparecido Magri

Resumo:
ria a vontade

“As Formigas e uma boa dose de álcool”

Se for dirigir não beba
Se beber não dirija, bom cidadão
Porque bebida com velocidade
É sinônimo de confusão.

Começo escrevendo algo sério
Para lhes despertar a atenção
Mas o que vou escrever sem mistério
É algo de muita descontração.

No meu local de trabalho
Onde ganho o pão de cada dia
Aconteceu algo envolvendo insetos
Que me inspirou esta poesia.

Como surgiu a terrível gripe suína
Que despertou a atenção da sociedade
O álcool gel começou a ser utilizado
Em grandiosa e considerável quantidade.

Como não poderíamos ficar de fora
Desta providência de muita precaução
O produto passou a fazer parte toda hora
daquela importante repartição.

No lugar onde ficava um frasco de álcool
Várias formigas foram vistas imobilizadas
Pareciam que matavam a sede
Em uma porção do líquido ali derramada.

Mas despertada pela nossa turma
Elas saíram em disparada
Uma trombou na outra
Acho que com a visão embaraçada
Trançavam as suas perninhas
Pareciam estar alcoolizadas.

Certamente o álcool ali consumido
Mudou a rotina daquelas formigas
Aquela que não queimou a boca
Queimou foi a própria barriga
Achando ser água pura
Mas com sabor bem diferente
Ali acabaram então conhecendo
O principio da aguardente.


Biografia:
Escritor e poeta amador.
Número de vezes que este texto foi lido: 65752


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